No âmago da mente humana pulsa uma inquietação sem correspondência. Um anseio rebelde à própria lógica da natureza. Condenado ao fracasso desde o instante em que se manifesta. Diferente de todos os outros, este é inviável por definição.
Um desejo de transcender o próprio tempo — o infinito almejado por um sistema que carrega o próprio fim desde o princípio, e que, ainda assim, não se cala.